Um tanto longe de você, um tanto sem entrar na internet. Queria ver a sua reação mediante a isso, e se passou uma semana, duas semanas, três semanas e você só me procura na terceira semana, na terceira semana. Pra ser mais precisa, no dia 12 de junho de 2009. Pra muitos pode até ser lindo, romântico. Mas eu não vejo nada belo nesse assunto. Eu sofri, durante três semanas, distante de você, testando você, me testando, e você só vêm me procurar depois desse tempo todo, e logo no tal 12 de junho.
Longe de casa, vendo vários casais, batalhando contra a direção do meu olhar, porque eu não enxergava pessoas desconhecidas, eu via você nelas, buscava naquelas pessoas você. Um ato completamente inseguro, imaturo. E no entanto, não tinha notícias de você, e muito menos você de mim. O meu propósito era, até qual tempo você me procuraria, pois eu sabia que você vinha, afinal você é assim, uma lua constante.
Triste, sozinha, com frio. E por incrível que pareça, por incrível mesmo. Eu não estava pensando em você naquele exato momento. Não querendo mentir, é fato que segundos antes e aquelas três semanas anteriores só vinha você no meu pensamento, mas tava tentando diminuir aquele desconforto, até que você aparece ao meu lado, como uma borboleta chega, chamando a atenção de todos e de tudo. Não imaginava que fosse por mim, que fosse pra mim, mas foi. Chegou, com flores, rosas vermelhas. Não posso me esquecer, tinha um cartão. Você olhou dentro dos meus olhos, e eu via os seus, parecia puro ali, brilhantes, refletindo o que eu não podia ver. Você? Apenas disse: Leia, leia o cartão. Vamos "amor", leia o bilhete. Mas espere. - me dando um suave beijo no rosto, querendo falar muito, mas não podendo, não sei por qual motivo. - Só leia, depois que eu for embora. E nunca se esqueça, você é diferente de todas. Deixando escapar uma lágrima.
É, você foi embora. Eu? Tentava ler o famoso cartão, pra poder correr atrás de você, e te responder o que você queria. Mas não deu tempo, era longo. E você sumia rápido, tão rápido quanto chegou. Entrava no carro e no bilhete dizia que você estava partindo pra uma cidade distante da minha. Tinha que fazer isso comigo? Demonstrar algo que não é você? E eu como sempre, fico aqui, como uma inocente, fazendo mais perguntas, e sem respostas. Quero você sempre comigo, Basta
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